O antigo gerente do armazém, Van Maaren, é novamente suspeito.

Nova investigação

Van Maaren
Willem van Maaren Willem van Maaren afirmou insistentemente que ele não traiu os escondidos.
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A nova investigação foi impulsionada pela perseguição de Karl Silberbauer, o sargento da SS que levou a cabo as detenções. A investigação de 1963 avançou muito mais do que a de 1948. Mais uma vez ela apontou para Willem van Maaren.

Silberbauer

Em 1950, o Diário de Anne Frank torna-se mundialmente famoso. Peças de teatro e filmes seguem-se na esteira dessa fama. A identidade desconhecida do traidor é crescentemente vista como um final perdido insatisfatório. A perseguição de Karl Siberbauer, o oficial da SD encarregue da detenção, é o impulso para uma nova investigação. Em 1963, o famoso perseguidor de nazis Simon Wiesenthal encontra Silberbauer em Viena (Áustria) onde ele trabalha como polícia. Silberbauer ainda se lembra de muitos detalhes da detenção mas não de quem foi o traidor. A pessoa que atendeu o telefonema, o seu superior, Julius Dettman, suicidou-se pouco tempo depois do final da guerra. As funções de Silberbauer como polícia são suspensas durante o decurso da investigação, mas porque ele "apenas tinha seguido ordens" durante a detenção "agiu corretamente", as suas funções são retomadas. Ele morre em 1972. 

Novas testemunhas

Outras testemunhas são interrogadas, no entanto, algumas das mais importantes já morreram. Kleiman morreu em 1959. O empregado do armazém Hartog e a sua mulher morreram também. Muito mais vem ao de cima acerca de Van Mareen, inclusivamente o facto de ter sido efectivamente ele a cometer os furtos no armazém, de que era suspeito, mas não há ainda provas que sustentem a suspeita de traição. Em 1964, a investigação é fechada sem resultados concretos. Willem van Maaren morre em 1971. 

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